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A discectomia endoscópica


A discectomia endoscópica consiste na realização da técnica da discectomia, em que a hérnia discal é retirada endoscopicamente com todos os passos guiados por endoscopia de microfibra-óptica posicionado dentro de uma cânula percutânea, o que permite eficácia e segurança nos resultados.

A cirurgia por vídeo totalmente endoscópica (full vídeo endoscopic) modificou a cirurgia da coluna, pois mostrou ser um método menos traumático, com o mínimo de morbidade e resultados clínicos semelhantes comparado com as técnicas convencionais.

O cirurgião utiliza como guia a fluoroscopia (radiografia instantânea) para posicionar a cânula no local apropriado por onde passará uma câmera com fibra ótica que irá transmitir imagens em um monitor. Dessa maneira haverá uma lesão mínima aos tecidos locais, principalmente na musculatura. Então, através de instrumentos especiais para esta técnica, remove partes do disco lesado, assim como fragmentos herniados, descomprimindo o nervo e aliviando a pressão no nervo e dentro do disco. Todo o instrumental é retirado cautelosamente e a musculatura retorna ao local. Muitos pacientes sentem alívio imediato dos sintomas logo após o procedimento.

A técnica tem sido utilizada com frequência desde 2012. E desde que bem indicada apresenta resultados superiores à técnica convencional e similares aos resultados da microdiscectomia, porém com retorno precoce às atividades habituais.

A técnica endoscópica: Utiliza-se a abordagem transforaminal ou lateral (atravessando o triângulo de Kambin) para as herniações foraminais e extra-foraminais (distantes). E para as herniações mediais, paramedianas ou até mesmo aderidas à raiz neural utiliza-se a técnica interlaminar.

Estudos demonstraram, em geral, que a técnica endoscópica pode rivalizar com os padrões estabelecidos por métodos mais tradicionais, oferecendo um tempo de operação mais curto, uma estadia hospitalar mais curta, uma incisão menor, menos perda de sangue, menor trauma tecidual, menor requisito para Analgésicos opióides e um retorno mais rápido ao trabalho.

As taxas de recorrência observadas para a discectomia endoscópica, embora após um curto acompanhamento, permanecem dentro dos intervalos previstos com a microdiscectomia. O procedimento da endoscopia produz resultados favoráveis ​​para a primeira vez e até mesmo herniações de disco recorrentes.

Ao tomar uma trajetória mais posterolateral, a discectomia endoscópica não lesiona os músculos extensores e, se prova que não é bem sucedida (ou o paciente experimenta uma hérnia adicional em outro nível), ele ainda permite ao cirurgião realizar uma microdiscectomia padrão através de uma incisão da linha média posterior até mesmo uma laminotomia, uma vez que a musculatura não foi lesionada.

Os pacientes podem ser operados sob anestesia local, o que suprime os riscos de um anestésico geral e, por definição, reduz o risco associado de um evento tromboembólico venoso; No entanto, o menor tempo de cirurgia não foi claramente documentado e, na realidade, provavelmente não é clinicamente significativo. Todos esses parâmetros objetivos só são válidos para o acompanhamento precoce, em até três meses, enquanto que os resultados a longo prazo - como evidenciado pelos parâmetros clínicos mais subjetivos de dor, função e deficiência – são idênticos do que aqueles estabelecidos pela microdiscectomia.

Entretanto deve-se ter em mente que é um procedimento cirúrgico e indicado apenas nos casos de falha do tratamento conservador. Pois apesar de minimamente invasivo, é realizada retirada do fragmento herniado do disco intervertebral e portanto é necessário aguardar pelo menos 2 semanas às atividades esportivas.

As desvantagens da técnica endoscópica são a curva de aprendizado íngreme de exigir um novo procedimento, os altos custos de capital (uma câmera de TV de alta definição, um monitor TFT de alta resolução, um intensificador de imagem de tela dupla, instrumentos, sistema de gerenciamento de irrigação e radiofrequência para hemostasia) e descartáveis, e também porque não é método de escolha para todo paciente.

As abordagens endoscópicas são similares às demais técnicas percutâneas como a cirurgia à laser, a hidrodiscectomia, o IDET, as nucleotomias e as lesões discais térmicas devido o acesso pelo triângulo de Kambin, mas cabe lembrar que estas técnicas são para o tratamento de hérnias contidas e protrusões discais sintomáticas.

Todo procedimento cirúrgico deve ser advertido quanto aos risco de lesão neural, vascular, vascular, alérgico e até mesmo anestésico inerentes ao ato. E as técnicas de discectomia não substituem os tratamentos para outras patologias da coluna.
 


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